Coleção, Compra e Venda, de Materiais Numismáticos - Cédulas, Moedas, Álbuns e, Catálogos Diversos (cédulas, moedas, selos), Nacionais e Internacionais, novos e antigos...
terça-feira, 22 de outubro de 2019
sexta-feira, 27 de setembro de 2019
13 - Como DESVALORIZAR Suas Moedas
Estragar e/ou danificar suas moedas são coisas que muitos colecionadores principiantes fazem, mesmo sem pensar nelas. Se se preocupam em proteger o investimento que está a fazer na sua coleção de moedas, aprenda a maneira correta de manusear, armazenar e proteger suas moedas.
1. NÃO Tocar nas moedas
Tocar nas moedas com os dedos é o suficiente para lhes causar danos, especialmente em moedas belas e soberbas. E vai definitivamente danificá-las se os seus dedos entrarem em contacto com moedas BNC, FDC ou Proof. Os dedos contêm óleos e minúsculas partículas de poeira que vão aderir à moeda causando-lhes descoloração ou riscos microscópicos. Quando manusear as moedas, utilize luvas de algodão e segure as moedas apenas pelo bordo.
2. NÃO Limpar as moedas
Com excepção de moedas desenterradas nalguma escavação arqueológica, a limpeza ou o polimento das moedas vai fazer-lhes mais mal do que bem. Uma vez em contacto com o ar é natural que o metal oxide, ou forme uma pátina. Se retirar a pátina da moeda, não só vai perder o brilho original da cunhagem, como a moeda vai parecer áspera e desagradável, para além de sofrer abrasões microscópicos que lhe reduzirão o seu estado de conservação. Além disso, as moedas com pátina têm uma valorização maior do que as moedas limpas e são as preferidas pela maioria dos colecionadores.
3. NÃO Falar para cima nas moedas
Falar para cima das moedas pode causar tanto dano como tocá-las ou limpá-las, se fizer isso com as moedas expostas, enquanto conversa. Os perdigotos podem escapar da sua boca enquanto fala, e estes podem causar manchas e descolorações que são difíceis de remover. Muitas moedas não circuladas e em estados de conservação superiores são arruinadas desta maneira. Diga o que quiser sobre a sua coleção de moedas, certifique-se apenas que as suas moedas estão seguras quando o disser !
4. NÃO Retirar as moedas das embalagens originais
Pode estar certo que o valor das suas moedas BNC. FDC ou Proof vai desvalorizar consideravelmente se as remover da sua embalagem original. As moedas, juntamente com a caixa e literatura (se houver) são parte do conjunto e devem ser mantidos intactos. Nunca retire as moedas das suas embalagens originais.
5. NÃO Expôr as moedas a ácidos
Armazenar as moedas em envelopes, embrulhá-las em papel com anotações ao lado ou em caixas de papelão é uma boa maneira de danificá-las a menos que utilize papel isento de ácidos. Ao longo do tempo, o papel liberta substâncias químicas ácidas em torno da moeda. Isso provoca manchas, descoloração e pode promover oxidação (enfraquecimento) das superfícies brilhantes da cunhagem original. Certifique-se que compra papel ou cartão isentos de ácidos para o armazenamento da sua coleção de moedas.
6. NÃO Utilizar plásticos com PVC
Outra boa maneira de provocar manchas e superfícies degradadas nas suas moedas é armazená-las em bolsas ou caixas de plástico que contenham PVC.
Assim como o ácido no papel pode prejudicar as suas moedas, o subproduto químico de determinados plásticos pode danificar as moedas ao longo do tempo.
Se armazenar as moedas naqueles práticos recipientes de plástico para alimentos ou em bolsas de plástico maleáveis que se utilizavam antigamente para guardar as moedas, elas acabarão por desenvolver um revestimento viscoso verde na sua superfície o que irá danificá-as permanentemente.
7. NÃO Expôr as moedas aos Elementos
Se guarda as suas moedas no sótão ou numa cave, provavelmente está a expô-las a condições extremas de temperatura e umidade que vão promover a sua oxidação. Além disso, essas condições irão degradar mais rapidamente os materiais de armazenamento (como os alvéolos, papel e papelão, embalagens plásticas, etc), onde as suas moedas estão guardadas. Para proteger melhor a sua coleção, guarde-a num local escuro e seco, com uma temperatura ambiente controlada (como um cofre ou armário próprio para as moedas.)
Fonte: Publicada por José Valério - Site:http://moedas-comemorativas.blogspot.pt/
1. NÃO Tocar nas moedas
Tocar nas moedas com os dedos é o suficiente para lhes causar danos, especialmente em moedas belas e soberbas. E vai definitivamente danificá-las se os seus dedos entrarem em contacto com moedas BNC, FDC ou Proof. Os dedos contêm óleos e minúsculas partículas de poeira que vão aderir à moeda causando-lhes descoloração ou riscos microscópicos. Quando manusear as moedas, utilize luvas de algodão e segure as moedas apenas pelo bordo.
2. NÃO Limpar as moedas
Com excepção de moedas desenterradas nalguma escavação arqueológica, a limpeza ou o polimento das moedas vai fazer-lhes mais mal do que bem. Uma vez em contacto com o ar é natural que o metal oxide, ou forme uma pátina. Se retirar a pátina da moeda, não só vai perder o brilho original da cunhagem, como a moeda vai parecer áspera e desagradável, para além de sofrer abrasões microscópicos que lhe reduzirão o seu estado de conservação. Além disso, as moedas com pátina têm uma valorização maior do que as moedas limpas e são as preferidas pela maioria dos colecionadores.
3. NÃO Falar para cima nas moedas
Falar para cima das moedas pode causar tanto dano como tocá-las ou limpá-las, se fizer isso com as moedas expostas, enquanto conversa. Os perdigotos podem escapar da sua boca enquanto fala, e estes podem causar manchas e descolorações que são difíceis de remover. Muitas moedas não circuladas e em estados de conservação superiores são arruinadas desta maneira. Diga o que quiser sobre a sua coleção de moedas, certifique-se apenas que as suas moedas estão seguras quando o disser !
4. NÃO Retirar as moedas das embalagens originais
Pode estar certo que o valor das suas moedas BNC. FDC ou Proof vai desvalorizar consideravelmente se as remover da sua embalagem original. As moedas, juntamente com a caixa e literatura (se houver) são parte do conjunto e devem ser mantidos intactos. Nunca retire as moedas das suas embalagens originais.
5. NÃO Expôr as moedas a ácidos
Armazenar as moedas em envelopes, embrulhá-las em papel com anotações ao lado ou em caixas de papelão é uma boa maneira de danificá-las a menos que utilize papel isento de ácidos. Ao longo do tempo, o papel liberta substâncias químicas ácidas em torno da moeda. Isso provoca manchas, descoloração e pode promover oxidação (enfraquecimento) das superfícies brilhantes da cunhagem original. Certifique-se que compra papel ou cartão isentos de ácidos para o armazenamento da sua coleção de moedas.
6. NÃO Utilizar plásticos com PVC
Outra boa maneira de provocar manchas e superfícies degradadas nas suas moedas é armazená-las em bolsas ou caixas de plástico que contenham PVC.
Assim como o ácido no papel pode prejudicar as suas moedas, o subproduto químico de determinados plásticos pode danificar as moedas ao longo do tempo.
Se armazenar as moedas naqueles práticos recipientes de plástico para alimentos ou em bolsas de plástico maleáveis que se utilizavam antigamente para guardar as moedas, elas acabarão por desenvolver um revestimento viscoso verde na sua superfície o que irá danificá-as permanentemente.
7. NÃO Expôr as moedas aos Elementos
Se guarda as suas moedas no sótão ou numa cave, provavelmente está a expô-las a condições extremas de temperatura e umidade que vão promover a sua oxidação. Além disso, essas condições irão degradar mais rapidamente os materiais de armazenamento (como os alvéolos, papel e papelão, embalagens plásticas, etc), onde as suas moedas estão guardadas. Para proteger melhor a sua coleção, guarde-a num local escuro e seco, com uma temperatura ambiente controlada (como um cofre ou armário próprio para as moedas.)
Fonte: Publicada por José Valério - Site:http://moedas-comemorativas.blogspot.pt/
sexta-feira, 10 de maio de 2019
sexta-feira, 26 de abril de 2019
11 - Dinheiro Custa Dinheiro
Produzir dinheiro custa MUITO dinheiro!
No caso do Brasil, a maioria das moedas custa mais para serem feita do que seu valor de face. Para piorar, o preço de cada moeda aumentou em dois anos. Por exemplo, em 2016, uma moeda de cinco centavos custava R$ 0,11 para ser fabricada.
Moedas - Preços:
R$ 0,05: R$ 308,09/milheiro ou R$ 0,30 (unidade)
R$ 0,10: R$ 403,07/milheiro ou R$ 0,40 (unidade)
R$ 0,25: R$ 496,97/milheiro ou R$ 0,49 (unidade)
R$ 0,50: R$ 409,35/milheiro ou R$ 0,40 (unidade)
R$ 1: R$ 467,70/milheiro ou R$ 0,46 (unidade)
Cédulas - Preços:
R$ 2: R$ 265,06/milheiro ou R$ 0,26 (unidade)
R$ 5: R$ 263,74/milheiro ou R$ 0,26 (unidade)
R$ 10: R$ 295,30/milheiro ou R$ 0,29 (unidade)
R$ 20: R$ 301,91/milheiro ou R$ 0,30 (unidade)
R$ 50: R$ 300,50/milheiro ou R$ 0,30 (unidade)
R$ 100: R$ 322,26/milheiro ou R$ 0,32 (unidade)
No caso do Brasil, a maioria das moedas custa mais para serem feita do que seu valor de face. Para piorar, o preço de cada moeda aumentou em dois anos. Por exemplo, em 2016, uma moeda de cinco centavos custava R$ 0,11 para ser fabricada.
Moedas - Preços:
R$ 0,05: R$ 308,09/milheiro ou R$ 0,30 (unidade)
R$ 0,10: R$ 403,07/milheiro ou R$ 0,40 (unidade)
R$ 0,25: R$ 496,97/milheiro ou R$ 0,49 (unidade)
R$ 0,50: R$ 409,35/milheiro ou R$ 0,40 (unidade)
R$ 1: R$ 467,70/milheiro ou R$ 0,46 (unidade)
Cédulas - Preços:
R$ 2: R$ 265,06/milheiro ou R$ 0,26 (unidade)
R$ 5: R$ 263,74/milheiro ou R$ 0,26 (unidade)
R$ 10: R$ 295,30/milheiro ou R$ 0,29 (unidade)
R$ 20: R$ 301,91/milheiro ou R$ 0,30 (unidade)
R$ 50: R$ 300,50/milheiro ou R$ 0,30 (unidade)
R$ 100: R$ 322,26/milheiro ou R$ 0,32 (unidade)
segunda-feira, 8 de abril de 2019
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019
08 - DICIONÁRIO NUMISMÁTICO II
Sabe aquele termo numismático que você esqueceu ou quer relembrar? Anverso, reverso, bullion mint, bordo, rebordo, proof, reverso invertido e muitos outros, foi pensando em explicar o significado de cada um destes termos que este dicionário numismático foi criado.
Você entenderá de uma vez por todas o que significa cada termo e irá aprimorar seus conhecimentos da numismática.
Este dicionário numismático aborda os seguintes termos:
Anverso da moeda
Bordo da moeda
Bullion mint
Campo da moeda
Crown-Size
Cunho
Efígie
Eixo horizontal (EH)
Eixo vertical (EV)
Letra monetária
Módulo da moeda
Moeda comum
Moeda raríssima
Moeda rara
Numismática
Orla
Proof
Provas ou ensaios
Rebordo
Reverso da moeda
Reverso horizontal
Reverso inclinado
Reverso invertido
Serrilha da moeda
Soberano
Quer o significado de algum termo numismático?
Cadastre-se agora pelo formulário ao lado e solicite o termo que iremos preparar a tradução para você!
Anverso da moeda
O anverso da moeda é a parte da frente, onde existe normalmente o soberano, a data ou país da moeda.
Bordo da moeda
É a borda da moeda, onde normalmente está a serrilha ou inscrições de segurança.
Bullion mint
É o termo usado na numismática para determinar as emissões oficiais das Casas da Moeda de alguns países para comercialização de metais nobres, ouro ou prata na forma de moedas não circuláveis.
Campo da moeda
Também conhecido como fundo da moeda, é a superfície da moeda onde são gravadas as imagens do anverso e do reverso, as inscrições.
Crown-Size
Nome que se dá às moedas que possuem diâmetro entre 38 a 40 mm, em alusão às moedas britânicas que surgiram pela primeira vez em 1544 sob o reinado de Henry VIII.
Era uma moeda de ouro com um valor de cinco xelins conhecidos como "Coroa da Rosa". Foi a primeira moeda de ouro britânica a ser feita com ouro de 22 quilates, em vez do padrão anterior de 23 quilates.
A primeira coroa de prata foi produzida em 1551 sob Edward VI, foi uma das primeiras moedas britânicas a suportar a data em algarismos arábicos. Desde então, a coroa de prata sempre foi a maior moeda de prata britânica regularmente emitida.
A partir de 1551, as coroas foram emitidas em ouro e prata, até que a coroa de ouro foi interrompida após 1662.
As coroas emitidas por Charles II e os monarcas seguintes são moedas muito populares, porque o tamanho grande significava que o retrato poderia ser gravado em grande detalhe, e são magníficas obras de arte.
Cunho
É a peça de metal duro no qual está estampado o negativo das faces da moeda.
Efígie (não é efinge nem esfinge 😂)
Retrato, imagem, figura de um indivíduo.
Eixo horizontal (EH)
Também conhecido como reverso moeda, é o termo que se usa para designar as moedas que foram cunhadas de forma que para se ver o anverso e reverso alinhados para mesma posição (para cima, por exemplo), deve-se girar a moeda fixando-a por um eixo horizontal.
Exemplo de moeda com eixo horizontal
Eixo vertical (EV)
Também conhecido como reverso medalha, é o termo que se usa para designar as moedas que foram cunhadas de forma que para se ver o anverso e reverso alinhados para mesma posição (para cima, por exemplo), deve-se girar a moeda fixando-a por um eixo vertical.
Exemplo de moeda com eixo vertical
Letra monetária
A letra monetária da moeda indica a Casa da Moeda onde a peça foi cunhada. Alguns exemplos de letras monetárias de Casas da Moeda do Brasil:
B: Bahia
C: Cuiabá
G: Goiás
M: Minas Gerais
P: Pernambuco
R: Rio de Janeiro
SP: São Paulo
Módulo da moeda
O módulo é o diâmetro da moeda.
Moeda comum
São as moedas que tiveram grande emissão e que são muito fáceis de se encontrar.
Moeda escassa
São moedas com pequena emissão e que tem alguma dificuldade em encontrar.
Moeda rara
São as moedas que tiveram pequena emissão e que são muito difíceis de se encontrar.
Moeda raríssima
Que existem apenas algumas peças conhecidas.
Numismática
É o nome que se dá à ciência que objetiva o estudo de moedas, medalhas e cédulas sob o ponto de vista histórico, artístico e econômico. Este termo é usado como sinônimo à prática de colecionar esses itens.
Orla
É a parte que separa o campo do rebordo da moeda, onde normalmente ficam os detalhes ornamentais como colares de pérolas, ranhuras e serrilhados.
Além do aspecto ornamental, assim como a serrilha, a orla serve como um detalhe de segurança para algumas moedas, evitando também a raspagem de metal do campo vazio que normalmente fica entre a gravura e o rebordo.
Na maioria das moedas, ou se tem a orla ou se tem o rebordo, mas em alguns casos, os dois estão presentes.
Proof
É o nome que se dá às moedas que possuem espelhamento no fundo e fosca na figura da moeda, são comuns em moedas comemorativas e bullion mint.
Provas ou ensaios
São as moedas produzidas com o objetivo de testar o cunho ou para apresentar opções para a escolha final do design.
Provas e ensaios são moedas que não circulam, podem ser feitas em madeira, porcelana ou metais distintos das moedas que circularam e normalmente recebem inscrições de "PROVA" ou "P".
Reverso da moeda
O reverso da moeda é a parte de trás, utilizado para complementar o tema do anverso. É onde normalmente está o valor monetário da moeda.
Rebordo
O rebordo ou orla é aquela parte lisa e mais elevada do campo da moeda e é de grande importância para a conservação da moeda.
Por ser mais elevada do que a gravura cunhada no campo, protege a moeda de grande parte do desgaste de uso.
Você já viu uma pessoa arrastando moedas no balcão para contá-las? Então, é o rebordo que protege a moeda nestas situações.
Reverso invertido
É o termo que se usa para o erro de cunhagem que altera a forma com que o anverso e reverso da moeda ficam alinhados quando a mesma é girada no seu eixo original. Neste caso, o anverso e reverso ficam invertidos.
Exemplo: se você girar uma moeda pelo seu eixo original (horizontal ou vertical) e o anverso e reverso da mesma aparecerem invertidos, então essa é uma moeda com reverso invertido.
Reverso horizontal
É o termo que se usa para o erro de cunhagem que altera a forma com que o anverso e reverso da moeda ficam alinhados quando a mesma é girada no seu eixo original. Neste caso, o anverso ou reverso fica alinhado horizontalmente.
Exemplo: se você girar uma moeda pelo seu eixo original (horizontal ou vertical) e o anverso e reverso da mesma aparecerem invertidos, então essa é uma moeda com reverso invertido.
Reverso inclinado
É o termo que se usa para o erro de cunhagem que altera a forma com que o anverso e reverso da moeda ficam alinhados quando a mesma é girada no seu eixo original. Neste caso, o anverso ou reverso fica alinhado inclinado.
Exemplo: se você girar uma moeda pelo seu eixo original (horizontal ou vertical) e o anverso e reverso da mesma aparecerem inclinados (ângulo >= 30, então essa é uma moeda com reverso invertido.
Serrilha da moeda
São os vincos feitos no bordo ou borda da moeda. Um fato curioso sobre a serrilha é que foram criadas com a função de manter a integridade das bordas da moeda, evitando a redução ou roubo de metal, porque era costume raspar as moedas de ouro para retirar parte do metal sem perder o valor monetário da mesma.
Soberano
O soberano de uma moeda é a personalidade, rei, rainha, imperador ou figura de alguém representada pelo seu busto
De que adianta o conhecimento se não o compartilhamos?
Você entenderá de uma vez por todas o que significa cada termo e irá aprimorar seus conhecimentos da numismática.
Este dicionário numismático aborda os seguintes termos:
Anverso da moeda
Bordo da moeda
Bullion mint
Campo da moeda
Crown-Size
Cunho
Efígie
Eixo horizontal (EH)
Eixo vertical (EV)
Letra monetária
Módulo da moeda
Moeda comum
Moeda raríssima
Moeda rara
Numismática
Orla
Proof
Provas ou ensaios
Rebordo
Reverso da moeda
Reverso horizontal
Reverso inclinado
Reverso invertido
Serrilha da moeda
Soberano
Quer o significado de algum termo numismático?
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Anverso da moeda
O anverso da moeda é a parte da frente, onde existe normalmente o soberano, a data ou país da moeda.
Bordo da moeda
É a borda da moeda, onde normalmente está a serrilha ou inscrições de segurança.
Bullion mint
É o termo usado na numismática para determinar as emissões oficiais das Casas da Moeda de alguns países para comercialização de metais nobres, ouro ou prata na forma de moedas não circuláveis.
Campo da moeda
Também conhecido como fundo da moeda, é a superfície da moeda onde são gravadas as imagens do anverso e do reverso, as inscrições.
Crown-Size
Nome que se dá às moedas que possuem diâmetro entre 38 a 40 mm, em alusão às moedas britânicas que surgiram pela primeira vez em 1544 sob o reinado de Henry VIII.
Era uma moeda de ouro com um valor de cinco xelins conhecidos como "Coroa da Rosa". Foi a primeira moeda de ouro britânica a ser feita com ouro de 22 quilates, em vez do padrão anterior de 23 quilates.
A primeira coroa de prata foi produzida em 1551 sob Edward VI, foi uma das primeiras moedas britânicas a suportar a data em algarismos arábicos. Desde então, a coroa de prata sempre foi a maior moeda de prata britânica regularmente emitida.
A partir de 1551, as coroas foram emitidas em ouro e prata, até que a coroa de ouro foi interrompida após 1662.
As coroas emitidas por Charles II e os monarcas seguintes são moedas muito populares, porque o tamanho grande significava que o retrato poderia ser gravado em grande detalhe, e são magníficas obras de arte.
Cunho
É a peça de metal duro no qual está estampado o negativo das faces da moeda.
Efígie (não é efinge nem esfinge 😂)
Retrato, imagem, figura de um indivíduo.
Eixo horizontal (EH)
Também conhecido como reverso moeda, é o termo que se usa para designar as moedas que foram cunhadas de forma que para se ver o anverso e reverso alinhados para mesma posição (para cima, por exemplo), deve-se girar a moeda fixando-a por um eixo horizontal.
Exemplo de moeda com eixo horizontal
Eixo vertical (EV)
Também conhecido como reverso medalha, é o termo que se usa para designar as moedas que foram cunhadas de forma que para se ver o anverso e reverso alinhados para mesma posição (para cima, por exemplo), deve-se girar a moeda fixando-a por um eixo vertical.
Exemplo de moeda com eixo vertical
Letra monetária
A letra monetária da moeda indica a Casa da Moeda onde a peça foi cunhada. Alguns exemplos de letras monetárias de Casas da Moeda do Brasil:
B: Bahia
C: Cuiabá
G: Goiás
M: Minas Gerais
P: Pernambuco
R: Rio de Janeiro
SP: São Paulo
Módulo da moeda
O módulo é o diâmetro da moeda.
Moeda comum
São as moedas que tiveram grande emissão e que são muito fáceis de se encontrar.
Moeda escassa
São moedas com pequena emissão e que tem alguma dificuldade em encontrar.
Moeda rara
São as moedas que tiveram pequena emissão e que são muito difíceis de se encontrar.
Moeda raríssima
Que existem apenas algumas peças conhecidas.
Numismática
É o nome que se dá à ciência que objetiva o estudo de moedas, medalhas e cédulas sob o ponto de vista histórico, artístico e econômico. Este termo é usado como sinônimo à prática de colecionar esses itens.
Orla
É a parte que separa o campo do rebordo da moeda, onde normalmente ficam os detalhes ornamentais como colares de pérolas, ranhuras e serrilhados.
Além do aspecto ornamental, assim como a serrilha, a orla serve como um detalhe de segurança para algumas moedas, evitando também a raspagem de metal do campo vazio que normalmente fica entre a gravura e o rebordo.
Na maioria das moedas, ou se tem a orla ou se tem o rebordo, mas em alguns casos, os dois estão presentes.
Proof
É o nome que se dá às moedas que possuem espelhamento no fundo e fosca na figura da moeda, são comuns em moedas comemorativas e bullion mint.
Provas ou ensaios
São as moedas produzidas com o objetivo de testar o cunho ou para apresentar opções para a escolha final do design.
Provas e ensaios são moedas que não circulam, podem ser feitas em madeira, porcelana ou metais distintos das moedas que circularam e normalmente recebem inscrições de "PROVA" ou "P".
Reverso da moeda
O reverso da moeda é a parte de trás, utilizado para complementar o tema do anverso. É onde normalmente está o valor monetário da moeda.
Rebordo
O rebordo ou orla é aquela parte lisa e mais elevada do campo da moeda e é de grande importância para a conservação da moeda.
Por ser mais elevada do que a gravura cunhada no campo, protege a moeda de grande parte do desgaste de uso.
Você já viu uma pessoa arrastando moedas no balcão para contá-las? Então, é o rebordo que protege a moeda nestas situações.
Reverso invertido
É o termo que se usa para o erro de cunhagem que altera a forma com que o anverso e reverso da moeda ficam alinhados quando a mesma é girada no seu eixo original. Neste caso, o anverso e reverso ficam invertidos.
Exemplo: se você girar uma moeda pelo seu eixo original (horizontal ou vertical) e o anverso e reverso da mesma aparecerem invertidos, então essa é uma moeda com reverso invertido.
Reverso horizontal
É o termo que se usa para o erro de cunhagem que altera a forma com que o anverso e reverso da moeda ficam alinhados quando a mesma é girada no seu eixo original. Neste caso, o anverso ou reverso fica alinhado horizontalmente.
Exemplo: se você girar uma moeda pelo seu eixo original (horizontal ou vertical) e o anverso e reverso da mesma aparecerem invertidos, então essa é uma moeda com reverso invertido.
Reverso inclinado
É o termo que se usa para o erro de cunhagem que altera a forma com que o anverso e reverso da moeda ficam alinhados quando a mesma é girada no seu eixo original. Neste caso, o anverso ou reverso fica alinhado inclinado.
Exemplo: se você girar uma moeda pelo seu eixo original (horizontal ou vertical) e o anverso e reverso da mesma aparecerem inclinados (ângulo >= 30, então essa é uma moeda com reverso invertido.
Serrilha da moeda
São os vincos feitos no bordo ou borda da moeda. Um fato curioso sobre a serrilha é que foram criadas com a função de manter a integridade das bordas da moeda, evitando a redução ou roubo de metal, porque era costume raspar as moedas de ouro para retirar parte do metal sem perder o valor monetário da mesma.
Soberano
O soberano de uma moeda é a personalidade, rei, rainha, imperador ou figura de alguém representada pelo seu busto
De que adianta o conhecimento se não o compartilhamos?
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